segunda-feira, 11 de abril de 2011

Vergonha na cara

Pior do que os limites da miséria é ter provado os manjares da vida e, depois, viver de suas migalhas. Assim deve ser com os que um dia participaram da alegria da salvação, mas, devido aos cuidados do mundo, perderam de vista os valores espirituais.
“Ah, bispo! Quero voltar, mas não tenho forças. Ore por mim.” Como se oração fosse resolver seu problema. Não, não vai.
Que tipo de oração vai impor atitude?
Que tipo de oração vai obrigar o caído se levantar?
Jesus deu ordem ao paralítico: Levanta-te, toma o teu leito e vai… Mateus 9.6
Ele não orou. Apenas, mandou levantar, tomar o leito e ir para casa. Levantar, tomar e ir são atitudes individuais. Exige ação pessoal.
Mas, a maioria dos crentes caídos e fisicamente perfeitos querem mais. Querem ser carregados com suas respectivas cruzes. São indolentes e acomodados na fé. Querem alcançar os céus sem abrir mão do mundo. Vivem pedindo oração como se esta fizesse mágica e os colocasse de novo nos trilhos da fé.
E por que não oram por si mesmos, tomem vergonha na cara e voltem com suas próprias pernas?
Porque, no fundilho do coração, têm desprezado o sacrifício do Filho de Deus.
Ó Senhor, Esperança de Israel! Todos aqueles que Te deixam serão envergonhados; o nome dos que se apartam de Mim será escrito no chão; porque abandonam o Senhor, a Fonte das águas vivas. Jeremias 17.13

Não se deixe soterrar


                             

        Conta-se que um fazendeiro, que lutava com muitas dificuldades, possuía alguns cavalos para ajudar no trabalho de sua fazenda.

Um dia, o capataz lhe trouxe a notícia que um de seus cavalos havia caído num velho poço abandonado.

        O buraco era muito fundo e seria difícil tirar o animal de lá. O fazendeiro avaliou a situação e certificou-se de que o cavalo estava vivo. Mas pela dificuldade e o alto custo para retirá-lo do fundo do poço, decidiu que não valia a pena investir no resgate.

        Chamou o capataz e ordenou que sacrificasse o animal soterrando-o ali mesmo. O capataz chamou alguns empregados e orientou-os para que jogassem terra sobre o cavalo até que o encobrissem totalmente e o poço não oferecesse mais perigo aos outros animais.

         No entanto, na medida em que a terra caía sobre seu dorso, o cavalo se sacudia e a derrubava no chão e ia pisando sobre ela.

        “Logo os homens perceberam que o animal não se deixava soterrar, mas, ao contrário, estava subindo à medida que a terra caía, até que, finalmente, conseguiu sair...”.

        Muitas vezes nós nos sentimos como se estivéssemos no fundo do poço e, de quebra, ainda temos a impressão de que estão tentando nos soterrar para sempre. É como se o mundo jogasse sobre nós a terra da incompreensão, da falta de oportunidade, da desvalorização, do desprezo e da indiferença. Nesses momentos difíceis, é importante que lembremos da lição profunda da história do cavalo e façamos a nossa parte para sair da dificuldade.

        Afinal, se permitimos chegar ao fundo do poço, só nos restam duas opções:
Ou nos servimos dele como ponto de apoio para o impulso que nos levará ao topo; - Ou nos deixamos ficar ali até que a morte nos encontre. É importante que, se estamos nos sentindo soterrar, sacudamos a terra e a aproveitemos para subir.

       Ademais, em todas as situações difíceis que enfrentamos na vida, temos o apoio incondicional de Deus, do qual podemos nos aproximar através da oração.
Pastor Eder

Longe de Deus, perto do diabo!!!

  
        Deus é espírito e servir a Ele implica que o cristão possua uma conduta baseada em Sua perfeita vontade. Ele ama o pecador, mas abomina o pecado e tudo aquilo que foge ao Seu querer.
       Por isso, uma pessoa jamais poderá andar em espírito praticando as obras da carne, e fora do espírito não há relacionamento com Deus. Este é o motivo pelo quais muitas pessoas, mesmo estando dentro das igrejas, se encontram frias, geladas, desprovidas do primeiro amor e das primeiras obras.
       Longe de Deus, pode ter certeza que estará perto do diabo, e por isso, vulnerável aos seus ataques e investidas. O capeta não derruba o cristão diretamente com o pecado. Ele começa o trabalho na mente e no coração: é uma dúvida aqui, malícia acolá, maus olhos ali, daqui a pouco já vem às fofocas, logo mais as discordâncias e difamações… e por aí vai até cair de volta no mundo.
       O diabo não é bobo. Ele sabe onde agir, que momento agir e como agir. Mas em contrapartida, em dos 7 espíritos de Deus que repousa sobre a vida do cristão é o da sabedoria. Assim, o Espírito do Senhor capacita Seu servo para lidar de maneira sábia com as investidas do inferno, que por sinal não são poucas, pelo contrário, são muitas, diversas e incessantes.
      Então gente, tenha cautela em suas ações para que você não venha consentir com a carne nem com os planos do diabo. Use dessa sabedoria e da fé que você já possui…

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Pastor Eder